Agosto Lilás: Professor de Jiu-Jitsu relembra momento em que salvou mulher de tentativa de feminicídio em Poconé
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O mês de agosto, conhecido como Agosto Lilás, é marcado em todo o Brasil por campanhas de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher. Em Poconé (MT), um caso ocorrido há cerca de dez anos ilustra a importância do tema e reforça a necessidade de preparar a sociedade para lidar com situações de risco.
O episódio foi lembrado recentemente pelo professor de jiu-jitsu e policial militar César Rodrigues Barrinho, que atua em projetos sociais e cursos de defesa pessoal no estado. Ele contou como, durante um plantão no Hospital de Poconé, impediu uma tragédia. “Na hora do almoço, a equipe de saúde estava no refeitório quando fomos acionados. Um homem estava dentro de um quarto, tentando matar uma mulher com uma faca. Corri até o local, consegui desarmar o agressor e imobilizá-lo até a chegada da polícia. No fim, conseguimos salvar a vida dela”, relembra Barrinho.
Anos depois, a mulher foi até a academia do professor Barrinho para agradecer pessoalmente pelo ato que salvou sua vida. Hoje, ela não está mais com o agressor e pôde reconstruir sua trajetória. O professor destaca que o caso só reforça a necessidade da prevenção e da capacitação. “O jiu-jitsu nasceu como uma arte de defesa. Muitas vezes isso foi deixado de lado nas academias, mas é fundamental resgatar essa essência. As mulheres precisam ter meios de se proteger e reagir em situações de risco”, afirmou. Defesa pessoal como ferramenta de proteção Além de ministrar aulas de jiu-jitsu, Barrinho conduz cursos de defesa pessoal em diversas cidades de Mato Grosso, como Poconé, Cáceres e Reserva do Cabaçal. O objetivo é oferecer técnicas acessíveis para homens e mulheres, com módulos que incluem não apenas movimentação física, mas também noções de primeiros socorros, anatomia, pontos vitais e simulações de desarmes. “Nosso trabalho não é incentivar o confronto, mas preparar as pessoas para reagir de forma consciente e responsável em momentos críticos. Isso pode fazer a diferença entre a vida e a morte”, reforça o professor. Agosto Lilás e o combate à violência Criada pela Lei Maria da Penha, a campanha Agosto Lilás busca conscientizar a sociedade sobre a violência doméstica e familiar contra a mulher, incentivando denúncias e ampliando o acesso a políticas de proteção. Para Barrinho, ações como essa não podem ficar restritas a um mês do calendário. “A conscientização precisa ser constante. Quanto mais falarmos do assunto e prepararmos nossas comunidades, mais vidas poderão ser preservadas.”
O episódio foi lembrado recentemente pelo professor de jiu-jitsu e policial militar César Rodrigues Barrinho, que atua em projetos sociais e cursos de defesa pessoal no estado. Ele contou como, durante um plantão no Hospital de Poconé, impediu uma tragédia. “Na hora do almoço, a equipe de saúde estava no refeitório quando fomos acionados. Um homem estava dentro de um quarto, tentando matar uma mulher com uma faca. Corri até o local, consegui desarmar o agressor e imobilizá-lo até a chegada da polícia. No fim, conseguimos salvar a vida dela”, relembra Barrinho.
Anos depois, a mulher foi até a academia do professor Barrinho para agradecer pessoalmente pelo ato que salvou sua vida. Hoje, ela não está mais com o agressor e pôde reconstruir sua trajetória. O professor destaca que o caso só reforça a necessidade da prevenção e da capacitação. “O jiu-jitsu nasceu como uma arte de defesa. Muitas vezes isso foi deixado de lado nas academias, mas é fundamental resgatar essa essência. As mulheres precisam ter meios de se proteger e reagir em situações de risco”, afirmou. Defesa pessoal como ferramenta de proteção Além de ministrar aulas de jiu-jitsu, Barrinho conduz cursos de defesa pessoal em diversas cidades de Mato Grosso, como Poconé, Cáceres e Reserva do Cabaçal. O objetivo é oferecer técnicas acessíveis para homens e mulheres, com módulos que incluem não apenas movimentação física, mas também noções de primeiros socorros, anatomia, pontos vitais e simulações de desarmes. “Nosso trabalho não é incentivar o confronto, mas preparar as pessoas para reagir de forma consciente e responsável em momentos críticos. Isso pode fazer a diferença entre a vida e a morte”, reforça o professor. Agosto Lilás e o combate à violência Criada pela Lei Maria da Penha, a campanha Agosto Lilás busca conscientizar a sociedade sobre a violência doméstica e familiar contra a mulher, incentivando denúncias e ampliando o acesso a políticas de proteção. Para Barrinho, ações como essa não podem ficar restritas a um mês do calendário. “A conscientização precisa ser constante. Quanto mais falarmos do assunto e prepararmos nossas comunidades, mais vidas poderão ser preservadas.”
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): BENEDITO MANOEL DA SILVA JUNIOR
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