De Orlando a Lisboa, cresce o número de negócios brasileiros que encontraram nas fintechs de pagamentos internacionais uma forma eficiente de atender seus clientes e ampliar receitas. O que antes dependia de processos bancários demorados e taxas elevadas, hoje ocorre em minutos — via Pix ou cartão nacional parcelado, com repasse direto em dólar para quem presta o serviço no exterior.
Entre as empresas que impulsionam essa transformação está a Global Pays,fintech americana fundada por brasileiros e especializada em facilitar pagamentos entre consumidores do Brasil e negócios internacionais. A plataforma permite que agências de turismo, locadoras de veículos, escritórios jurídicos e profissionais liberais recebam em moeda estrangeira, mesmo quando o cliente paga em reais.
“O mercado de pagamentos internacionais está sendo redesenhado pelo comportamento do consumidor brasileiro. Hoje, quem vive fora do país quer vender com a mesma agilidade e segurança que existe no Brasil — e quem compra quer poder pagar com Pix ou parcelamento. A Global Pays nasceu para simplificar essa relação, conectando o Brasil ao mundo real da economia digital”, explica Maristela Lucas, Co-founder & Marketing Specialist da Global Pays.
De acordo com estudo da Remessa Online, as transações feitas por brasileiros para pagar serviços prestados no exterior cresceram 63% em 2024, reflexo do aumento do turismo e do trabalho remoto. A Global Pays atua justamente nesse ponto de interseção: ela automatiza o câmbio, líquida o valor em até 24 horas e garante conformidade com as normas do Banco Central do Brasil e do FinCEN, órgão americano de prevenção a crimes financeiros.
Para Maristela, a tecnologia abriu um novo horizonte de oportunidades para empreendedores e empresas brasileiras que atuam globalmente. “Hoje, um advogado brasileiro que vive em Miami, uma agência de viagens em Orlando ou uma consultoria em Lisboa conseguem vender para clientes no Brasil sem depender de estruturas bancárias complexas. O Pix e o cartão parcelado se tornaram pontes comerciais entre países”, afirma.
O impacto financeiro é direto. A Global Pays registrou crescimento médio de 25% ao mês desde o início da operação, impulsionado principalmente por negócios voltados ao público brasileiro no exterior. Segundo Maristela, o aumento na conversão de vendas e a previsibilidade de caixa foram decisivos para a adoção da solução. “Ao permitir liquidação em D+1 e câmbio automatizado, damos às empresas a agilidade que elas precisam para escalar. Isso muda a forma como o fluxo financeiro internacional acontece.”
Estudo da Juniper Research projeta que o volume global de pagamentos digitais transfronteiriços ultrapasse US$ 290 trilhões até 2030, impulsionado pela adoção de tecnologias instantâneas e pela popularização de moedas locais em operações internacionais. Para Maristela, o Brasil tem papel de destaque nesse movimento. “O país é referência mundial em digitalização financeira. Exportar esse modelo para fora significa transformar o comportamento de compra e venda em escala global”, observa.
A Global Pays combina tecnologia antifraude, validação de identidade, integração via API e suporte humanizado em três idiomas. A operação, desenhada para garantir segurança e conformidade, atende especialmente pequenas e médias empresas que lidam com alto volume de transações e necessitam de previsibilidade no recebimento.
Com expansão planejada para Europa e Canadá, a empresa pretende ampliar a base de negócios internacionais que atendem brasileiros e fortalecer a posição do país como protagonista do consumo global. “Nosso objetivo é criar um ecossistema onde vender para o Brasil — de qualquer lugar do mundo — seja simples, rápido e seguro. O comércio internacional não é mais sobre fronteiras, e sim sobre conectividade. E é exatamente isso que a Global Pays entrega”, conclui Maristela Lucas.
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PEDRO GABRIEL SENGER BRAGA
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