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Unifesp amplia voz da ciência brasileira na COP30

Comissão tem representantes de diferentes campi e leva ao evento global projetos que conectam ciência e responsabilidade socioambiental

AIS. COMUNICAçãO E ESTRATéGIA
07/11/2025 10h07 - Atualizado há 1 mês
Unifesp amplia voz da ciência brasileira na COP30
Divulgação UNIFESP
A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) participará da COP30, em Belém (PA), com uma representação institucional formada pelos docentes Dan Levy, do Campus Osasco; Ronaldo Christofoletti e Renzo Taddei, do Campus Baixada Santista; e Cristian Fabiano Guimarães, do Campus São Paulo. A iniciativa é coordenada pela Comissão Unifesp para a COP30, criada para organizar ações voltadas à presença científica da universidade em um dos eventos mais importantes do mundo sobre mudanças climáticas.

Durante a conferência, a Unifesp participará como entidade científica da sociedade civil, com o propósito de ampliar a presença da ciência brasileira nas discussões globais sobre a crise climática e fortalecer o papel das universidades públicas na formulação de políticas sustentáveis. “A COP30 é um espaço estratégico para reafirmarmos o papel social da universidade pública, que produz conhecimento crítico e socialmente referenciado, conectado às necessidades do Brasil e aos desafios globais", destaca Dan Levy,  vice-presidente da Comissão COP30 da Unifesp.


A comissão foi estruturada em quatro eixos temáticos: Financiamento Climático para uma Transição Energética Justa, Mitigação, Adaptação e Resiliência Climática, Justiça Climática e Equidade e Mudanças Climáticas e Saúde Planetária. Esses temas nortearam eventos e debates realizados ao longo de 2025, integrando diferentes áreas do conhecimento e promovendo diálogo entre ciência, tecnologia e justiça social. “Não se pode falar sobre clima sem envolver a ciência. Sem pesquisa e sem universidades, não há como compreender nem enfrentar a crise climática”, reforça Levy.

A presença da Unifesp na COP30 reforça o compromisso da universidade com a ciência pública, a equidade e a sustentabilidade socioambiental. A instituição busca consolidar-se como referência nacional em clima, cidades e justiça ambiental, ampliando redes de cooperação e incentivando novas pesquisas e programas interdisciplinares voltados à transição ecológica.

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LIGIA CARLA GABRIELLI BERTO
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