Xangri-Lá, a cidade do RS que continua vendendo imóveis ‘que nem água’, mesmo com a alta da Selic
Ampliação das formas alternativas de pagamento tem se tornado uma “segunda via” frente ao tradicional, porém atualmente caro, financiamento imobiliário.
Divulgação
Enquanto boa parte do Brasil sente os efeitos da elevação da taxa básica de juros (Selic), que tende a encarecer o crédito e desestimular o consumo, quando o assunto é a comercialização de imóveis, a cidade de Xangri-Lá, no Rio Grande do Sul, parece seguir na contramão da lógica econômica.
“O movimento de vendas segue muito forte e em uma crescente considerável”, afirma o especialista em negociações imobiliárias de alto padrão e luxo em Xangri-Lá, Fabiano Braga. De acordo com ele, o volume de negócios na cidade tem crescido de forma constante nos últimos anos e pode ser equiparado, inclusive, a outros grandes polos do Sul do país, que também permanecem aquecidos, como cidades no litoral catarinense.
Dentre os vários motivos que têm contribuído para a crescente e acelerada quantidade de negociações de imóveis na região, um deles tem se destacado: a ampliação das possibilidades alternativas de pagamento. Medidas como o parcelamento direto com o proprietário, por exemplo, vêm fazendo com que essa forma de pagamento se torne uma “segunda via” para que o mercado imobiliário continue aquecido e atraindo novos investidores.
“Essa prática, que é bastante comum, permite que o cenário econômico de Selic elevada não seja determinante para a compra de imóveis aqui na região, principalmente quando a propriedade que está sendo negociada é de alto padrão e luxo”, afirma o corretor imobiliário.
Para ele, ainda que investidores e compradores demonstrem alguma preocupação com a alta dos juros, o impacto prático ainda tem sido limitado. Segundo o especialista, a alta da Selic não alterou o perfil dos compradores nem o tipo de investimento feito em Xangri-Lá. No entanto, o que tem mudado é justamente a forma de pagamento.
Ele ressalta que mais da metade das vendas realizadas em sua imobiliária são feitas por meio de parcelamento direto. “Boa parte dos compradores de Xangri-Lá optam por esse modelo de negociação”, afirma.
Para se ter uma ideia, só em 2025, segundo a arrecadação do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), o Valor Geral de Vendas (VGV) movimentado na cidade que é conhecida como a ‘Capital dos Condomínios’ alcançou R$ 1 bilhão.
E de onde vêm esses investidores?
De acordo com o corretor de imóveis, grande parte dos investidores que têm injetado dinheiro nos últimos anos com a compra de imóveis em Xangri-Lá são do próprio Estado gaúcho. “Os super ricos do Rio Grande do Sul estão cada vez mais optando por ficar 'em casa', ou seja, escolhendo o litoral do seu estado”, conclui Fabiano Braga.
“O movimento de vendas segue muito forte e em uma crescente considerável”, afirma o especialista em negociações imobiliárias de alto padrão e luxo em Xangri-Lá, Fabiano Braga. De acordo com ele, o volume de negócios na cidade tem crescido de forma constante nos últimos anos e pode ser equiparado, inclusive, a outros grandes polos do Sul do país, que também permanecem aquecidos, como cidades no litoral catarinense.
Dentre os vários motivos que têm contribuído para a crescente e acelerada quantidade de negociações de imóveis na região, um deles tem se destacado: a ampliação das possibilidades alternativas de pagamento. Medidas como o parcelamento direto com o proprietário, por exemplo, vêm fazendo com que essa forma de pagamento se torne uma “segunda via” para que o mercado imobiliário continue aquecido e atraindo novos investidores.
“Essa prática, que é bastante comum, permite que o cenário econômico de Selic elevada não seja determinante para a compra de imóveis aqui na região, principalmente quando a propriedade que está sendo negociada é de alto padrão e luxo”, afirma o corretor imobiliário.
Para ele, ainda que investidores e compradores demonstrem alguma preocupação com a alta dos juros, o impacto prático ainda tem sido limitado. Segundo o especialista, a alta da Selic não alterou o perfil dos compradores nem o tipo de investimento feito em Xangri-Lá. No entanto, o que tem mudado é justamente a forma de pagamento.
Ele ressalta que mais da metade das vendas realizadas em sua imobiliária são feitas por meio de parcelamento direto. “Boa parte dos compradores de Xangri-Lá optam por esse modelo de negociação”, afirma.
Para se ter uma ideia, só em 2025, segundo a arrecadação do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), o Valor Geral de Vendas (VGV) movimentado na cidade que é conhecida como a ‘Capital dos Condomínios’ alcançou R$ 1 bilhão.
E de onde vêm esses investidores?
De acordo com o corretor de imóveis, grande parte dos investidores que têm injetado dinheiro nos últimos anos com a compra de imóveis em Xangri-Lá são do próprio Estado gaúcho. “Os super ricos do Rio Grande do Sul estão cada vez mais optando por ficar 'em casa', ou seja, escolhendo o litoral do seu estado”, conclui Fabiano Braga.
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): KEITY CRISTINA MARQUES DA SILVA
keitymarques93@gmail.com