Com a taxa Selic em 11,25% ao ano, segundo dados do Banco Central até outubro de 2025, e o spread médio dos bancos tradicionais no varejo em torno de 20 pontos percentuais acima da Selic, investidores buscam alternativas que ofereçam rentabilidade mais atrativa e diversificação de risco. O crédito privado, que permite exposição direta a ativos reais e fluxos diferenciados, tem se consolidado como uma das principais opções para quem busca complementar carteiras de renda fixa.
A diversificação de investimentos é recomendada por especialistas como forma de mitigar riscos em ambientes de volatilidade. “Em períodos de juros elevados, a alocação em diferentes ativos e indexadores reduz a exposição a choques setoriais e amplia as oportunidades de retorno”, afirma Ana Paula Silva, economista do Instituto de Estudos de Finanças e Investimentos (IEFI). “O crédito privado, especialmente quando estruturado com critérios de risco e prazo variados, é uma ferramenta eficaz para essa estratégia.”
O mercado de crédito privado no Brasil tem crescido a uma taxa média de 25% ao ano nos últimos três anos, segundo levantamento da Associação Brasileira de Private Credit (ABPC). O setor já responde por mais de R$30 bilhões em ativos sob gestão, com destaque para plataformas digitais que democratizam o acesso a operações antes restritas a grandes investidores institucionais.
A INCO, maior plataforma de investimentos coletivos do país, regulada pelo Banco Central, tem se destacado pela oferta de operações estruturadas e diversificadas. Entre as operações abertas, destacam-se:
Essas operações exemplificam a diversificação prática: diferentes prazos, indexadores (CDI e dólar), setores (imobiliário e internacional) e fluxos (amortização e irregular).
“Nossa plataforma busca oferecer alternativas estruturadas que atendam a diferentes perfis de investidores, sempre com foco em transparência e diversificação”, afirma Daniel Miari, CMO da INCO.
A tendência de crescimento do crédito privado deve se manter nos próximos anos, impulsionada pela busca por rentabilidade e gestão de risco em ambientes de juros elevados. Alternativas estruturadas, como as oferecidas por plataformas reguladas, tendem a ganhar espaço na carteira de investidores, especialmente em cenários de volatilidade e incerteza.
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PEDRO GABRIEL SENGER BRAGA
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