Ciência atenta aos riscos
Mudanças Climáticas
Domínio Público
Após à “Cop da Verdade”, é mister partir para a ação. Lembrar do lema ambiental dos anos setenta: “Pensar globalmente, agir localmente”. Com isso, a cidade de São Paulo continua a executar o PlanClima, o Plano de Ação Climática visando preparar a maior cidade do País para os fenômenos que continuarão a acontecer, mercê da desastrosa emissão dos gases venenosos causadores do efeito-estufa.
A adaptação da cidade tem o objetivo primordial de amparar os mais vulneráveis. Por isso, o diagnóstico dos riscos é importantíssimo. No plano de redução de riscos toda a municipalidade está envolvida, no projeto dos Cadernos de Drenagem, que aferem as condições geológicas, hidrológicas e de vulnerabilidade social de 59 polígonos meticulosamente estudados.
Para reforço desse trabalho coletivo, todas as autoridades científicas especializadas nos vários assuntos transdisciplinares são convidadas a participar e a opinar. A tarefa é de todos. E há excelentes trabalhos desenvolvidos no âmbito da Academia. Por exemplo, aqueles a cargo dos professores Anderson Kazuo Nakano e Henry Tomio Kreniski Maru, ambos da UNIFESP. O primeiro tem atuação prestigiada e consolidada em estudos urbanos e populacionais, com foco em desigualdades socioespaciais, densidades urbanas e planejamento territorial. Já Henry Maru é pesquisador do Observatório de Lutas Urbanas e desenvolve projetos de extensão e pesquisa na região metropolitana de São Paulo.
São pesquisadores e cientistas que dão a sua colaboração para que São Paulo se torne cada vez mais resiliente, mais verde, mais segura e com a desejável qualidade de vida, aspiração de todos nós.
Se você souber de outros especialistas, sugira seus nomes à Seclima, que tem um hub com todos os protagonistas desse esforço comum e tão necessário para que São Paulo continue na dianteira do trato das questões climáticas.
*José Renato Nalini é Secretário-Executivo das Mudanças Climáticas de São Paulo.
A adaptação da cidade tem o objetivo primordial de amparar os mais vulneráveis. Por isso, o diagnóstico dos riscos é importantíssimo. No plano de redução de riscos toda a municipalidade está envolvida, no projeto dos Cadernos de Drenagem, que aferem as condições geológicas, hidrológicas e de vulnerabilidade social de 59 polígonos meticulosamente estudados.
Para reforço desse trabalho coletivo, todas as autoridades científicas especializadas nos vários assuntos transdisciplinares são convidadas a participar e a opinar. A tarefa é de todos. E há excelentes trabalhos desenvolvidos no âmbito da Academia. Por exemplo, aqueles a cargo dos professores Anderson Kazuo Nakano e Henry Tomio Kreniski Maru, ambos da UNIFESP. O primeiro tem atuação prestigiada e consolidada em estudos urbanos e populacionais, com foco em desigualdades socioespaciais, densidades urbanas e planejamento territorial. Já Henry Maru é pesquisador do Observatório de Lutas Urbanas e desenvolve projetos de extensão e pesquisa na região metropolitana de São Paulo.
São pesquisadores e cientistas que dão a sua colaboração para que São Paulo se torne cada vez mais resiliente, mais verde, mais segura e com a desejável qualidade de vida, aspiração de todos nós.
Se você souber de outros especialistas, sugira seus nomes à Seclima, que tem um hub com todos os protagonistas desse esforço comum e tão necessário para que São Paulo continue na dianteira do trato das questões climáticas.
*José Renato Nalini é Secretário-Executivo das Mudanças Climáticas de São Paulo.
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): LUCIANA FELDMAN
lucianafeldman@gmail.com