O Maio Amarelo, um movimento anual de alcance global, tem como meta estimular a conscientização e a adoção de medidas efetivas para uma redução drástica nos acidentes e óbitos de trânsito. A iniciativa ressalta a importância de ações responsáveis e colaborativas de todos os envolvidos nas vias: motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres.
No Brasil, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 72.483 sinistros de trânsito em 2025 nas rodovias federais, resultando em 6.044 mortes e mais de 83 mil feridos. Em uma perspectiva mundial, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que os acidentes de trânsito causam cerca de 1,3 milhão de mortes anualmente.
A campanha visa alertar a sociedade para o elevado índice de sinistros e a necessidade de segurança viária. Ela propõe uma profunda reflexão sobre a responsabilidade individual e coletiva na construção de um trânsito mais humano e seguro.
Neste debate, o associativismo assume um papel importante ao estimular a responsabilidade coletiva entre os condutores. De acordo com Kleber Vitor, superintendente da APVS Brasil, o modelo de proteção patrimonial mutualista se fundamenta na ideia de comunidade e de compartilhamento de responsabilidades, fortalecendo o senso de cuidado mútuo.
“O associativismo trabalha diretamente a ideia de responsabilidade coletiva. Quando falamos em proteção patrimonial mutualista, falamos de um modelo baseado em comunidade, compartilhamento e consciência de que as atitudes individuais impactam o coletivo. Isso naturalmente fortalece discussões sobre prevenção, direção responsável e cuidado com a vida”, afirma.
A instituição entende que a segurança viária requer mais do que apenas fiscalização, sendo fundamental a realização de processos contínuos de educação e conscientização. Segundo o superintendente, o espírito de coletividade do associativismo é essencial para expandir a compreensão dos graves impactos sociais decorrentes de acidentes de trânsito.
“A segurança no trânsito é uma responsabilidade compartilhada que ultrapassa a mera condução de um veículo. Ela engloba a manutenção preventiva, o planejamento, o respeito às normas, as boas condições do veículo e o acesso à informação. A coletividade, por meio do modelo associativista, é essencial para aumentar a conscientização sobre o impacto das ações individuais. Um acidente não se restringe aos envolvidos diretos; ele afeta famílias, a atividade profissional, a mobilidade urbana e, consequentemente, a economia. Essa proximidade com o associado, facilitada pelo associativismo, cria um ambiente propício para a orientação contínua”, explica Kleber.
Em um país que ainda enfrenta altos índices de acidentes de trânsito, a APVS reforça que a segurança começa nas decisões tomadas diariamente por motoristas e pela sociedade.
“A segurança no trânsito começa antes mesmo de ligar o veículo. Ela está nas escolhas, na manutenção, no respeito às leis e na consciência de que qualquer imprudência pode gerar consequências irreversíveis. O Maio Amarelo é um momento importante para reforçar que a prevenção salva vidas”, conclui Kleber Vitor.
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Sobre a APVS:
A APVS faz parte do segmento de Proteção Patrimonial Mutualista, regulamentado pela Lei Complementar nº 213/2025. Com base sólida no Brasil há mais de 14 anos, a Associação é focada em veículos de grande, médio e pequeno porte. Também, tem como preceitos promover a satisfação do associado, a valorização e o respeito às pessoas, à responsabilidade social e atender com excelência, integridade e sustentabilidade.
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