Em um cenário em que ferramentas de inteligência artificial passam a influenciar a forma como o público pesquisa, consome informação e toma decisões, a assessoria de imprensa ganha ainda mais relevância. Ao lado do GEO, sigla para *Generative Engine Optimization*, ela se torna parte de uma estratégia integrada para ampliar autoridade, reputação e visibilidade digital.
A assessoria de imprensa continua sendo essencial para construir presença em veículos de credibilidade, fortalecer o posicionamento institucional e gerar conteúdo de valor para o mercado. Já o GEO contribui para que esse conteúdo e essa reputação sejam reconhecidos, interpretados e utilizados por plataformas de IA generativa, como ChatGPT, Gemini e Copilot.
Na prática, isso significa que matérias publicadas, entrevistas, artigos assinados e menções em veículos confiáveis passam a ter um papel ainda mais estratégico. Além de impactar diretamente a percepção do público, esses conteúdos podem influenciar como a marca é apresentada em respostas produzidas por sistemas de inteligência artificial.
Segundo publicações do setor, o GEO representa uma mudança importante no papel da assessoria de imprensa, que deixa de atuar apenas na geração de cobertura espontânea e passa a integrar também curadoria de conteúdo, inteligência de dados e construção de autoridade em ambientes generativos.
“Hoje, não basta estar na imprensa. É preciso estar bem posicionado, com consistência e relevância, para que essa presença também fortaleça a forma como a marca é reconhecida pelas novas tecnologias”, afirma Michel Gildin, porta-voz da MGAPress.
Ao unir assessoria de imprensa e GEO, empresas conseguem ampliar sua presença em múltiplas camadas: na mídia tradicional, no ambiente digital e nas respostas geradas por IA. Essa combinação tende a se tornar um diferencial competitivo para marcas que buscam relevância, confiança e crescimento sustentável.
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PEDRO GABRIEL SENGER BRAGA
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