AK Networks apresenta soluções de IA para combater fraudes e reforçar a segurança de aplicativos financeiros no Febraban Tech 2026
Em parceria com Abnormal AI e Zimperium, a AK Networks mostrará como sua atuação estratégica pode apoiar bancos e fintechs na seleção e integração das soluções mais eficientes para enfrentar as novas ameaças
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O avanço dos ataques cibernéticos com uso de Inteligência Artificial (IA) está transformando o cenário de riscos para bancos, fintechs e demais instituições financeiras. Diante da crescente sofisticação dos golpes de engenharia social e das fraudes baseadas em IA generativa, a
AK Networks mostrará no Febraban Tech 2026 como as instituições podem evoluir de estratégias reativas para modelos preventivos e mais inteligentes de segurança digital.
"O mercado financeiro vive uma transformação acelerada devido à digitalização e ao uso crescente da IA. Ao mesmo tempo, os criminosos também utilizam essas tecnologias para tornar os eventos mais convincentes e difíceis de detectar. Nosso objetivo é apoiar as instituições financeiras na avaliação do ambiente, do perfil de riscos e das necessidades de negócio, ajudando na seleção e integração das tecnologias mais adequadas às suas demandas específicas", afirma Sérgio Fabossi, CEO da AK Networks.
Segundo ele, a segurança digital precisa combinar inteligência, automação e capacidade de antecipar eventos, antes que os impactos sejam sentidos nos negócios. “Por isso, destacamos no evento soluções voltadas à proteção contra duas das principais frentes de ataque: fraudes baseadas em engenharia social e ameaças direcionadas a aplicativos móveis utilizados em operações financeiras", explica Fabossi.
IA para combater ataques de IA Como resposta ao uso crescente da IA pelos cibercriminosos, a AK Networks levará as soluções da
Abnormal AI, que utilizam inteligência artificial para analisar o comportamento dos usuários, identificar atividades suspeitas em tempo real e reduzir riscos de ataques de engenharia social e comprometimento de e-mails corporativos.
"Quando combinadas com a análise do ambiente de TI e das necessidades específicas de cada cliente, realizada pela AK Networks, essas tecnologias ampliam a proteção de identidades e comunicações corporativas sem aumentar a complexidade operacional das equipes de segurança", comenta Fabossi.
A Abnormal AI atende mais de 4.500 empresas, incluindo Xerox e Mattel, protege cerca de 25% das companhias da Fortune 500 e está avaliada em US$ 5,1 bilhões. Em seu
relatório Attack Landscape 2026, baseado na análise de quase 800 mil ataques de e-mail em mais de 4.600 organizações entre julho e dezembro de 2025, a empresa identificou que os criminosos passaram a explorar principalmente o comportamento humano e as relações de confiança. O estudo revelou que 61% dos ataques de comprometimento de e-mails corporativos envolvem falsificação de fornecedores e 58% correspondem a phishing, com invasores utilizando mensagens legítimas e fluxos de trabalho conhecidos para dificultar a detecção e reforçar a necessidade de soluções baseadas em IA.
Segurança para um mercado cada vez mais mobile Para enfrentar as ameaças a aplicativos móveis serão apresentadas as tecnologias da Zimperium, que protegem contra engenharia reversa, adulteração de código, extração de informações, entre outras ameaças às operações financeiras. "Com a consolidação do modelo mobile first, os aplicativos passaram a concentrar grande parte da jornada dos clientes no setor financeiro, reunindo informações sensíveis, credenciais de acesso e dados pessoais. Por isso, o ambiente móvel passou a exigir estratégias específicas de segurança, que ampliem a visibilidade dos riscos e acelerem a resposta dos Centros de Operações de Segurança diante do aumento dos alertas”, explica Sérgio Fabossi.
Baseadas em Inteligência Artificial e machine learning, as tecnologias da Zimperium protegem dispositivos Android, iOS e ChromeOS contra ameaças conhecidas e de dia zero, como phishing móvel, malware e aplicativos maliciosos. As soluções oferecem proteção em tempo de execução (RASP), defesa contra engenharia reversa e adulteração de código, além de agentes de IA que investigam alertas, reduzem falsos positivos e aceleram a resposta das equipes de SOC e prevenção a fraudes.
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Clezia Martins Gomes
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