FIL chega aos 25 anos com 7 milhões de visitantes e mais de 3 mil autores
divulgação
Criada em 2001, Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto ampliou o acesso à leitura e consolidou uma programação cultural e educativa que mobiliza diferentes gerações
Ribeirão Preto (SP), 10 de agosto de 2026 - Após 24 edições realizadas desde 2001, a Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL) chega à 25ª edição consolidada como um dos principais eventos literários do país e um dos projetos culturais de maior permanência na história da cidade. Ao longo dessa trajetória, ampliou o acesso aos livros e à leitura, aproximou autores e leitores, tornou-se internacional e estruturou uma programação cultural, educativa e artística em diferentes espaços públicos e equipamentos culturais do centro de Ribeirão Preto. A edição comemorativa será realizada de 30 de agosto a 5 de setembro, com o tema “X, Y, Z, Alpha, Beta – Gerações Literárias”. A programação coloca em diálogo diferentes formas de produzir, transmitir e renovar a literatura, reunindo autores, educadores, estudantes, pesquisadores, artistas e leitores. Para a presidente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, Adriana Silva, os resultados alcançados refletem a continuidade de um projeto construído coletivamente. “Chegar aos 25 anos, depois de reunir cerca de 7 milhões de visitantes e mais de 3 mil autores, mostra a capacidade de mobilização da FIL e sua presença na formação cultural e leitora de Ribeirão Preto. Essa trajetória foi construída com a participação de escritores, educadores, estudantes, instituições, patrocinadores, parceiros e, principalmente, do público, que faz da feira um espaço de encontro e circulação de ideias”, afirma.
Um projeto que cresceu com a cidade A realização de uma grande feira do livro em Ribeirão Preto já mobilizava escritores, educadores e instituições culturais antes de 2001. A primeira edição concretizou esse movimento e estabeleceu a proposta de ocupar espaços públicos, ampliar o acesso à literatura e aproximar a população de autores e obras. À época secretário municipal da Cultura, o jornalista e escritor Galeno Amorim coordenou a implantação do projeto. Para ele, a ampliação progressiva da programação e a participação de diferentes setores contribuíram para a continuidade da iniciativa. “A feira veio em um crescente, agregando novos segmentos, atraindo apoiadores e financiadores, o que consolidou e ampliou o projeto original”, destaca. A professora e escritora Maris Ester de Souza, que acompanhou a mobilização anterior à primeira edição, lembra que a criação da FIL concretizou uma demanda já existente no meio cultural. “Havia uma mobilização dos escritores da cidade em prol de algo como a feira, mas precisávamos de ação. Foi o que aconteceu quando Galeno Amorim conseguiu concretizar o sonho de muitos”, recorda. Nos anos seguintes, a feira ampliou o número de atividades, passou a receber convidados de outros países e incorporou novos espaços da região central. A programação também avançou para além dos encontros literários, reunindo música, teatro, exposições, oficinas, debates e ações educativas. Para o médico e escritor Nelson Jacintho, que acompanha a FIL desde sua criação, a internacionalização representou uma etapa importante dessa trajetória. “Foi um grande crescimento para a cultura do nosso povo”, afirma. Segundo ele, o evento também contribuiu para estimular o surgimento e a projeção de novos escritores na cidade.
Formação de leitores desde a primeira edição A participação das escolas constitui um dos eixos permanentes da FIL. Desde sua criação, o evento promove iniciativas destinadas a aproximar crianças e jovens dos livros, dos escritores e dos processos de produção literária. Uma das primeiras ações foi o projeto Eu sou o autor, realizado em 2001, que envolveu cerca de 11 mil crianças da educação infantil na produção de pequenos livros apresentados durante a edição inaugural. A publicitária Gabriela Delfante tinha seis anos quando participou da iniciativa. Vinte e cinco anos depois, continua frequentando a Feira do Livro e relaciona a experiência ao seu interesse pela leitura, pela arte e pela cultura. “Viver a experiência infantil de ir para a feira foi como descobrir um outro mundo, de muitas possibilidades. A FIL permanece fazendo parte da minha história. Sigo apaixonada por livros, pela leitura, por arte e cultura, pois foram ferramentas que me formaram como ser humano”, afirma. Outro projeto voltado à formação de leitores é o Combinando Palavras, realizado pela primeira vez na FIL em 2017. Em sua oitava edição, a iniciativa acumula a participação de mais de 60 mil estudantes, 62 autores trabalhados e mais de 300 escolas e instituições parceiras. O projeto aproxima estudantes e escritores por meio de um percurso que começa com a formação dos professores, passa pela leitura das obras em sala de aula e culmina nos encontros presenciais realizados durante a FIL. Antes de conhecerem os autores, os alunos participam de pesquisas, atividades pedagógicas e produções inspiradas nos livros selecionados. Os trabalhos podem envolver literatura, artes, história, geografia, ciência, gastronomia e tecnologia, conforme as propostas desenvolvidas pelas escolas. Durante os encontros, os estudantes apresentam perguntas, reflexões, releituras, poemas, ilustrações, vídeos, músicas e outras produções, além de conversarem com os escritores sobre as obras, os processos de criação e suas trajetórias profissionais. A presidente da Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto (ALARP), Eliane Ratier, destaca que a programação gratuita e a realização em espaços abertos também contribuíram para ampliar o alcance do evento.“Trazer escritores importantes é um ponto de destaque. Além disso, ser realizada a céu aberto e gratuitamente amplia o acesso da população à literatura”, observa. Literatura e ocupação dos espaços públicos Em sua trajetória de 25 anos, a FIL passou a ocupar praças, teatros, bibliotecas, centros culturais e outros espaços da região central de Ribeirão Preto. Essa configuração permitiu que atividades literárias, educativas e artísticas fossem realizadas simultaneamente e integradas à dinâmica da cidade. A feira também abriu espaço para escritores, editoras, livreiros, educadores, artistas e coletivos culturais locais e de outras regiões, promovendo lançamentos, encontros, debates e intercâmbio de experiências. Segundo Adriana Silva, a permanência da FIL está relacionada à capacidade de preservar sua história e, ao mesmo tempo, acompanhar as transformações culturais e sociais. “Uma feira que atravessa 25 anos precisa reconhecer o caminho percorrido e continuar dialogando com as mudanças na educação, na produção cultural e nas formas de leitura. O tema da edição de 2026 parte justamente desse encontro entre gerações, valorizando o que foi construído e abrindo espaço para novas linguagens, autores e leitores”, acrescenta.
Edição de 25 anos Com o tema “X, Y, Z, Alpha, Beta – Gerações Literárias”, a 25ª FIL abordará as relações entre diferentes gerações de autores e leitores e as mudanças nas formas de criar, compartilhar e consumir literatura. A programação reunirá conferências, debates, encontros com escritores nacionais e internacionais, lançamentos de livros, apresentações culturais, atividades educativas e ações permanentes em diferentes espaços da cidade. A proposta é estabelecer conexões entre a tradição oral, o livro impresso, as linguagens digitais e outras formas contemporâneas de criação e circulação de histórias.
Sobre a FIL A FIL – Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto chega à 25ª edição em 2026. Realizada pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, a programação reúne debates, encontros com autores nacionais e internacionais, atividades educativas, ações de formação de leitores e iniciativas culturais em diferentes espaços da cidade, com uma programação dedicada às diferentes formas de produzir, transmitir e renovar a literatura ao longo do tempo.
Sobre a Fundação A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, responsável pela realização da Feira Internacional do Livro da cidade e por feiras promovidas em municípios do interior paulista. Além dos eventos literários, desenvolve projetos relacionados ao livro, à leitura, à educação e à cultura durante todo o ano. Suas ações são realizadas com o apoio de mantenedores, patrocinadores e recursos provenientes de leis e programas de incentivo, entre eles a Política Nacional Aldir Blanc, o ProAC Editais, a CULTSP, a Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e o Ministério da Cultura.
Ribeirão Preto (SP), 10 de agosto de 2026 - Após 24 edições realizadas desde 2001, a Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL) chega à 25ª edição consolidada como um dos principais eventos literários do país e um dos projetos culturais de maior permanência na história da cidade. Ao longo dessa trajetória, ampliou o acesso aos livros e à leitura, aproximou autores e leitores, tornou-se internacional e estruturou uma programação cultural, educativa e artística em diferentes espaços públicos e equipamentos culturais do centro de Ribeirão Preto. A edição comemorativa será realizada de 30 de agosto a 5 de setembro, com o tema “X, Y, Z, Alpha, Beta – Gerações Literárias”. A programação coloca em diálogo diferentes formas de produzir, transmitir e renovar a literatura, reunindo autores, educadores, estudantes, pesquisadores, artistas e leitores. Para a presidente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, Adriana Silva, os resultados alcançados refletem a continuidade de um projeto construído coletivamente. “Chegar aos 25 anos, depois de reunir cerca de 7 milhões de visitantes e mais de 3 mil autores, mostra a capacidade de mobilização da FIL e sua presença na formação cultural e leitora de Ribeirão Preto. Essa trajetória foi construída com a participação de escritores, educadores, estudantes, instituições, patrocinadores, parceiros e, principalmente, do público, que faz da feira um espaço de encontro e circulação de ideias”, afirma.
Um projeto que cresceu com a cidade A realização de uma grande feira do livro em Ribeirão Preto já mobilizava escritores, educadores e instituições culturais antes de 2001. A primeira edição concretizou esse movimento e estabeleceu a proposta de ocupar espaços públicos, ampliar o acesso à literatura e aproximar a população de autores e obras. À época secretário municipal da Cultura, o jornalista e escritor Galeno Amorim coordenou a implantação do projeto. Para ele, a ampliação progressiva da programação e a participação de diferentes setores contribuíram para a continuidade da iniciativa. “A feira veio em um crescente, agregando novos segmentos, atraindo apoiadores e financiadores, o que consolidou e ampliou o projeto original”, destaca. A professora e escritora Maris Ester de Souza, que acompanhou a mobilização anterior à primeira edição, lembra que a criação da FIL concretizou uma demanda já existente no meio cultural. “Havia uma mobilização dos escritores da cidade em prol de algo como a feira, mas precisávamos de ação. Foi o que aconteceu quando Galeno Amorim conseguiu concretizar o sonho de muitos”, recorda. Nos anos seguintes, a feira ampliou o número de atividades, passou a receber convidados de outros países e incorporou novos espaços da região central. A programação também avançou para além dos encontros literários, reunindo música, teatro, exposições, oficinas, debates e ações educativas. Para o médico e escritor Nelson Jacintho, que acompanha a FIL desde sua criação, a internacionalização representou uma etapa importante dessa trajetória. “Foi um grande crescimento para a cultura do nosso povo”, afirma. Segundo ele, o evento também contribuiu para estimular o surgimento e a projeção de novos escritores na cidade.
Formação de leitores desde a primeira edição A participação das escolas constitui um dos eixos permanentes da FIL. Desde sua criação, o evento promove iniciativas destinadas a aproximar crianças e jovens dos livros, dos escritores e dos processos de produção literária. Uma das primeiras ações foi o projeto Eu sou o autor, realizado em 2001, que envolveu cerca de 11 mil crianças da educação infantil na produção de pequenos livros apresentados durante a edição inaugural. A publicitária Gabriela Delfante tinha seis anos quando participou da iniciativa. Vinte e cinco anos depois, continua frequentando a Feira do Livro e relaciona a experiência ao seu interesse pela leitura, pela arte e pela cultura. “Viver a experiência infantil de ir para a feira foi como descobrir um outro mundo, de muitas possibilidades. A FIL permanece fazendo parte da minha história. Sigo apaixonada por livros, pela leitura, por arte e cultura, pois foram ferramentas que me formaram como ser humano”, afirma. Outro projeto voltado à formação de leitores é o Combinando Palavras, realizado pela primeira vez na FIL em 2017. Em sua oitava edição, a iniciativa acumula a participação de mais de 60 mil estudantes, 62 autores trabalhados e mais de 300 escolas e instituições parceiras. O projeto aproxima estudantes e escritores por meio de um percurso que começa com a formação dos professores, passa pela leitura das obras em sala de aula e culmina nos encontros presenciais realizados durante a FIL. Antes de conhecerem os autores, os alunos participam de pesquisas, atividades pedagógicas e produções inspiradas nos livros selecionados. Os trabalhos podem envolver literatura, artes, história, geografia, ciência, gastronomia e tecnologia, conforme as propostas desenvolvidas pelas escolas. Durante os encontros, os estudantes apresentam perguntas, reflexões, releituras, poemas, ilustrações, vídeos, músicas e outras produções, além de conversarem com os escritores sobre as obras, os processos de criação e suas trajetórias profissionais. A presidente da Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto (ALARP), Eliane Ratier, destaca que a programação gratuita e a realização em espaços abertos também contribuíram para ampliar o alcance do evento.“Trazer escritores importantes é um ponto de destaque. Além disso, ser realizada a céu aberto e gratuitamente amplia o acesso da população à literatura”, observa. Literatura e ocupação dos espaços públicos Em sua trajetória de 25 anos, a FIL passou a ocupar praças, teatros, bibliotecas, centros culturais e outros espaços da região central de Ribeirão Preto. Essa configuração permitiu que atividades literárias, educativas e artísticas fossem realizadas simultaneamente e integradas à dinâmica da cidade. A feira também abriu espaço para escritores, editoras, livreiros, educadores, artistas e coletivos culturais locais e de outras regiões, promovendo lançamentos, encontros, debates e intercâmbio de experiências. Segundo Adriana Silva, a permanência da FIL está relacionada à capacidade de preservar sua história e, ao mesmo tempo, acompanhar as transformações culturais e sociais. “Uma feira que atravessa 25 anos precisa reconhecer o caminho percorrido e continuar dialogando com as mudanças na educação, na produção cultural e nas formas de leitura. O tema da edição de 2026 parte justamente desse encontro entre gerações, valorizando o que foi construído e abrindo espaço para novas linguagens, autores e leitores”, acrescenta.
Edição de 25 anos Com o tema “X, Y, Z, Alpha, Beta – Gerações Literárias”, a 25ª FIL abordará as relações entre diferentes gerações de autores e leitores e as mudanças nas formas de criar, compartilhar e consumir literatura. A programação reunirá conferências, debates, encontros com escritores nacionais e internacionais, lançamentos de livros, apresentações culturais, atividades educativas e ações permanentes em diferentes espaços da cidade. A proposta é estabelecer conexões entre a tradição oral, o livro impresso, as linguagens digitais e outras formas contemporâneas de criação e circulação de histórias.
Sobre a FIL A FIL – Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto chega à 25ª edição em 2026. Realizada pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, a programação reúne debates, encontros com autores nacionais e internacionais, atividades educativas, ações de formação de leitores e iniciativas culturais em diferentes espaços da cidade, com uma programação dedicada às diferentes formas de produzir, transmitir e renovar a literatura ao longo do tempo.
Sobre a Fundação A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, responsável pela realização da Feira Internacional do Livro da cidade e por feiras promovidas em municípios do interior paulista. Além dos eventos literários, desenvolve projetos relacionados ao livro, à leitura, à educação e à cultura durante todo o ano. Suas ações são realizadas com o apoio de mantenedores, patrocinadores e recursos provenientes de leis e programas de incentivo, entre eles a Política Nacional Aldir Blanc, o ProAC Editais, a CULTSP, a Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e o Ministério da Cultura.
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): VALTER JOSSI WAGNER
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FONTE: https://www.instagram.com/verbonostro/