08/01/2021 às 08h18min - Atualizada em 08/01/2021 às 08h18min

PPP do Hospital Metropolitano atrai interesse do Hospital Albert Einsten para assumir a gestão da unidade

 
Uma delegação do Hospital Israelita Albert Einstein, chefiada pelo vice-presidente, Eduardo Zlotnik, e pelo diretor-superintendente, Guilherme Schettino, inspecionaram o Hospital Metropolitano nesta quinta-feira (7), acompanhados do secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas. Com as obras físicas concluídas, o Hospital Metropolitano será a quarta Parceria Público-Privada (PPP) na área da saúde e tem atraído investidores nacionais para administrar a unidade. O leilão está previsto para o final do mês de janeiro na Bolsa de Valores de São Paulo
 
“Podemos perceber que o Metropolitano é um hospital que tem uma construção com áreas bem estruturadas. Já temos expertise em trabalhar com alta complexidade e percebemos que temos diversos ponto que podemos explorar e trabalhar em conjunto”, afirmou, Eduardo Zlotnik, vice-presidente do Hospital Israelita Albert Einstein.
 
Uma das novidades anunciadas pelo secretário Fábio Vilas-Boas, é que o hospital será referência para transplante de fígado. “Este é um marco para a saúde no estado.  A unidade localizada no município de Lauro de Freitas possui 265 leitos, mas será ampliada pelo parceiro privado, alcançando 330 leitos, sendo 75 de UTI. A qualidade na construção tem possibilitado atrair hospitais de excelência para sua gestão”, afirma Vilas-Boas, que prevê o início da operação em abril deste ano.

 
“Estamos em fase de consulta pública, recebendo propostas para que no final do mês possamos fazer a licitação da gestão da PPP que irá ampliar e gerir o Metropolitano”, explicou Vilas-Boas. Ele ainda pontuou estar satisfeito pelo fato de a nova unidade atrair instituições renomadas no país para a gestão.
 
Entre obras e equipamentos, a unidade recebeu investimentos superiores a R$ 173 milhões. O hospital é de grande porte, com 27.900 metros quadrados de área construída e seis pavimentos. A unidade será referência para casos de urgência e emergência, trauma (particularmente o trauma raquimedular), acidente vascular cerebral (AVC), neurologia, medicina nuclear e contará com dez salas de cirurgia.
 
Um dos destaques do projeto é a área de alta complexidade em cardiologia e neurovascular, com uma Unidade de Atenção ao Acidente Vascular Cerebral (UAVC), que atenderá pacientes na fase aguda, ofertando tratamento trombolítico e angioplastia.
 
Representantes de qualquer outra instituição que tenha interesse em conhecer o Hospital Metropolitano a fim de participar do processo de escolha do parceiro privado poderá fazer a visita guiada na unidade.

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