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Governança digital e gestão de riscos: o novo padrão de competitividade pós-COP30

Empresas aceleram a adoção de modelos de governança digital e integração ESG para atender a exigências crescentes de transparência, rastreabilidade e resiliência nas cadeias de fornecimento

ANTONIO MARQUES
02/12/2025 21h57 - Atualizado há 6 dias
Governança digital e gestão de riscos: o novo padrão de competitividade pós-COP30
Spot Soluções

A realização da COP30, em Belém (PA), consolida um novo marco global para a sustentabilidade corporativa, com foco ampliado na governança digital e na gestão de riscos. Mais do que compromissos ambientais, as discussões indicam que o próximo ciclo competitivo das organizações dependerá da capacidade de rastrear, auditar e comprovar o impacto de suas operações e de seus fornecedores.

Segundo relatório da Deloitte (2024), 63% das empresas listadas na América Latina pretendem investir em tecnologias de compliance e due diligence digital até 2026, impulsionadas por legislações de transparência e pelas exigências de investidores e órgãos reguladores. No Brasil, a tendência é reforçada pela implementação de programas de integridade previstos na Lei 14.133/2021, que exige mecanismos de governança, controle e gestão de riscos também nas contratações públicas.

A governança digital atua como eixo central nesse processo, integrando dados de fornecedores, indicadores ESG e informações contratuais em sistemas unificados. Essa digitalização permite reduzir riscos de não conformidade, fraude e impactos socioambientais, além de garantir maior previsibilidade e eficiência operacional.

O avanço da Inteligência Artificial e da análise preditiva amplia o alcance da gestão de riscos. Ferramentas capazes de cruzar documentos, certidões e informações reputacionais já são utilizadas por grandes empresas para avaliar a integridade de terceiros e mitigar riscos ESG. De acordo com a PwC (Global Risk Survey 2024), 79% dos executivos consideram que a maturidade em governança digital será o principal diferencial competitivo até o final da década.

Nesse contexto, a Nashai empresa brasileira especializada em governança de fornecedores e automação de processos de homologação e compliance defende que a transformação digital precisa ir além da eficiência. 

“O novo padrão competitivo depende da transparência. Governança digital não é apenas um avanço tecnológico, mas uma estrutura de confiança que sustenta negócios sustentáveis e resilientes”, afirma Fernanda Delboni, CEO da Nashai.

Com sua suíte SYM Supply, a Nashai oferece soluções que integram módulos de homologação, auditoria e gestão de contratos com foco em rastreabilidade e controle de riscos. A plataforma já é adotada por empresas de setores estratégicos como varejo, saúde, energia e infraestrutura, e reflete o movimento que a COP30 consolidou: a sustentabilidade corporativa do futuro será digital, mensurável e auditável em toda a cadeia de valor.


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ANTONIO MARQUES DA SILVA
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