Estética Regenerativa ganha força ao priorizar a saúde celular da pele.

A tendência dos tratamentos bioestimuladores e tecnologias como o Ultraformer MPT foca em ensinar o corpo a produzir o próprio colágeno, oferecendo resultados mais duradouros e menos invasivos.

Por Bendita Letra
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Dra. Daniele Formiga

 

A Estética Regenerativa consolida-se como uma das principais tendências para 2026, mudando o foco de procedimentos puramente preenchedores ou corretivos para tratamentos que estimulam o próprio corpo a se reparar. Essa nova era da beleza prioriza protocolos que tratam a pele de dentro para fora, combatendo o envelhecimento a partir do estímulo direto às células responsáveis pela sustentação do rosto e do corpo.

À frente desse movimento na My Body, a biomédica esteta, Dra. Daniele Formiga explica que o conceito de estética regenerativa vai muito além da vaidade imediata. De acordo com a especialista, o objetivo é acordar o organismo, utilizando substâncias e tecnologias que sinalizam para as células a necessidade de renovação. Ao focar na saúde celular, os tratamentos deixam de ser meros artifícios estéticos e passam a atuar como uma manutenção preventiva e corretiva da integridade da pele.

Um dos grandes protagonistas dessa tendência são os bioestimuladores de colágeno, que promovem uma resposta inflamatória controlada para induzir a produção de novas fibras de sustentação. “Estes agentes injetáveis ativam os fibroblastos (células produtoras de colágeno) para melhorar a estrutura e a qualidade da pele de dentro para fora. Ele traz melhora da flacidez, textura, espessura e hidratação da pele, com um aspecto gradual e natural. Além disso, os  efeitos são de longo prazo, frequentemente perdurando entre 18 a 24 meses, exigindo apenas sessões de manutenção”, explica a biomédica.

Aliado aos injetáveis, o uso de tecnologias como o Ultraformer MPT tem revolucionado o alcance dos consultórios. O ultrassom micro e macrofocado atua em camadas profundas, atingindo até a fáscia muscular para promover um efeito de ancoragem. Para a profissional, a grande vantagem dessa plataforma é a precisão com que a energia é entregue, gerando pontos de coagulação que aceleram a regeneração sem a necessidade de cortes ou longos períodos de recuperação.

Essa combinação de técnicas personalizadas permite que os resultados sejam mais duradouros, já que a estrutura da pele é efetivamente reconstruída. A especialista reforça que a durabilidade do tratamento está ligada à qualidade do colágeno produzido pelo próprio indivíduo. "Quando o paciente entende que a beleza é uma consequência da saúde do tecido, a adesão ao tratamento muda completamente", afirma, destacando que a naturalidade se tornou o novo padrão no setor.

O futuro do rejuvenescimento aponta para intervenções cada vez menos invasivas e mais biológicas. Ao investir em protocolos que respeitam o ritmo do organismo, o setor se afasta de padrões genéricos e foca na individualidade celular. Essa abordagem não apenas suaviza rugas e flacidez, mas devolve a densidade e o viço perdidos com o tempo, consolidando a regeneração como o pilar central dos cuidados modernos com a face.


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Fonte:  Dra. Daniele Formiga - Biomédica esteta - CEO da My Body - atua na área da estética há mais de 10 anos e possui certificações internacionais em harmonização e especialização em injetáveis, com formações na Coreia do Sul e em Harvard.

 

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