Empresas recuperam investimento em automação de compras em menos de um ano, aponta estudo de mercado
Cálculo de ROI mostra que digitalização do procurement gera retorno acelerado e ganhos operacionais contínuos
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Relatório da Deloitte aponta que a automação de processos de compras pode reduzir significativamente custos operacionais e aumentar a produtividade das equipes, impactando diretamente o retorno sobre investimento.
O cálculo do ROI, ou retorno sobre investimento, passou a ser uma etapa essencial na tomada de decisão de empresas que buscam modernizar suas operações.
Entre os principais fatores que impactam o retorno estão a redução de custos operacionais, a diminuição de erros manuais e o aumento da eficiência das equipes.
Empresas que automatizam seus processos também conseguem reduzir significativamente o tempo do ciclo de compras. Segundo a McKinsey, a digitalização do procurement pode reduzir o tempo de ciclo em até 50% em determinadas operações.
Outro ponto relevante é o controle sobre gastos fora de política, conhecidos como maverick spend, que podem comprometer uma parcela significativa do orçamento.
Com plataformas digitais, é possível monitorar esses gastos em tempo real e reduzir desvios de forma consistente.
“O ROI da automação de compras costuma surpreender justamente porque ele aparece em várias frentes ao mesmo tempo: tempo, custo e controle. Não é um ganho isolado, é um efeito acumulado da eficiência operacional”, afirma Carolina Cabral, CEO da Nimbi.
Além disso, o uso de dados permite identificar oportunidades de economia e ajustar estratégias com mais precisão.
O acesso estruturado a fornecedores e itens também amplia a competitividade nas negociações e contribui para melhores condições comerciais.
A automação também reduz riscos operacionais e melhora o controle dos processos, aumentando a segurança das operações.
A expectativa é que a digitalização das compras se intensifique nos próximos anos, impulsionada pela busca por eficiência e resultados mensuráveis.
“Quando a empresa passa a medir corretamente o retorno, ela entende que a automação não é um custo, mas um investimento estratégico com impacto direto no resultado do negócio”, afirma Carolina Cabral, CEO da Nimbi.
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