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O setor financeiro está em uma encruzilhada, com suas empresas buscando equilibrar a necessidade de inovação com a crescente pressão regulatória. Simultaneamente, as fintechs estão redefinindo as expectativas dos clientes, enquanto os órgãos reguladores governamentais reforçam os requisitos de conformidade em resposta às crises financeiras passadas. Navegar por esse cenário em constante evolução exige uma abordagem estratégica que combine agilidade, resiliência e conhecimento em todos os aspectos operacionais.
Para prosperar, bancos, financeiras e seguradoras precisam aproveitar o poder da automação e dos insights baseados em IA. “Ao optarem por usar soluções avançadas de gerenciamento de serviços e operações (ServiceOps), como o BMC Helix, os executivos de TI do setor financeiro podem entender e modernizar melhor seus ambientes, impulsionar inovações e atender aos crescentes requisitos regulatórios com confiança”, afirma Bruno Moreira, presidente da BMC Helix Brasil.
Disrupção digital está remodelando os serviços financeiros
Desde o ano passado, o trabalho dos CIO do setor financeiro se tornou ainda mais desafiador. Isto porque a onda de startups da era digital usurpou a antiga ordem e atacou diretamente a hegemonia das grandes empresas de serviços financeiros tradicionais. “A nova onda de produtos digitais teve um impacto rápido e profundo neste setor tradicional, pois as expectativas dos clientes mudaram. Ao mesmo tempo, muitas transações que antes levavam dias, como transferências de dinheiro, compras de ações ou solicitações de seguro, passaram a ser mais rápidas ou até instantâneas”, comenta Moreira.
Os mercados se transformaram: um exemplo disto é o Nubank, um banco exclusivamente digital, fundado em 2013, ser hoje uma das maiores plataformas digitais de serviços financeiros do mundo, superando 131 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia e consolidando como a segunda maior instituição financeira do Brasil no início de 2026. Trata-se de uma disrupção ágil e impactante que coloca sobre os CIOs (diretores de TI) uma extrema pressão para modernizar as instituições rapidamente. A ameaça de serem ultrapassados pelos serviços digitais forçou a rápida adoção de novas infraestruturas, como a nuvem pública, e metodologias de inovação acelerada, como o DevOps, que antes eram desencorajadas”, explica o executivo da BMC Helix Brasil.
Uma característica dessa rápida transformação digital é o fato de, em grande parte, complementar a infraestrutura legada. “Mesmo nos casos em que as instituições financeiras planejavam substituir tecnologias legadas, o ritmo acelerado das transformações acabou impedindo essa modernização completa. Como consequência, muitas organizações passaram a operar sobre múltiplas camadas tecnológicas integradas entre si. Nesse contexto, uma simples transação concluída instantaneamente pelo consumidor pode acionar diversos subsistemas distribuídos em diferentes regiões geográficas, enquanto experiências modernas em dispositivos móveis, impulsionadas por IA, ainda dependem, na retaguarda, da execução de código COBOL em mainframes.”, detalha.
Inovar nesse ritmo e escala é impossível sem um sólido conhecimento da infraestrutura de uma organização. Mas o ritmo acelerado das mudanças deixou muitas empresas presas ao antigo mundo da gestão de TI, dependentes de ferramentas legadas isoladas
e até mesmo de planilhas. Para os CIOs, isso representa uma ameaça substancial, tanto pessoal quanto organizacional. Além disso, essa situação é cada vez mais agravada por outro desafio crescente: a regulamentação.
Pressões regulatórias complicam a modernização
Na sequência de sucessivos incidentes de turbulência financeira global e falhas tecnológicas de alto perfil que impactaram grandes companhias, os órgãos reguladores governamentais têm se concentrado cada vez mais em averiguar a resiliência digital das empresas do setor financeiro, que agora estão sendo submetidas a padrões cada vez mais rigorosos de robustez, transparência e responsabilidade.
Existem muitos exemplos globais desta situação, mas dois deles tiveram grande repercussão e são o manual de TI do Conselho Federal de Exame de Instituições Financeiras (FFIEC) dos EUA, significativamente atualizado e publicado em agosto de 2024, e a Lei de Resiliência Operacional Digital (DORA) da União Europeia, promulgada no início de 2025. Esses reforços regulatórios impõem requisitos de responsabilidade tecnológica muito rigorosos, além de potenciais penalidades severas, às empresas do setor e até mesmo aos provedores de serviços de TI que trabalham com elas.
Diante dessas regulações, os CIOs precisam garantir que suas companhias tenham uma compreensão abrangente da arquitetura e interoperabilidade de sistemas e componentes, bem como dos produtos, processos, aplicativos, infraestrutura e interconectividade por eles suportados.
Como IA pode impulsionar a inovação e a conformidade das empresas do setor financeiro
Em 2025, um banco listado entre os 50 maiores bancos do mundo pela Global Finance afirmou ter alcançado 100% de conformidade com suas principais regulamentações de resiliência operacional digital. Para atingir esse objetivo, ele unificou os processos de TI em oito regiões distintas e migrou de 16 sistemas fragmentados para uma estrutura global e unificada de ITSM e ITOM, construída sobre o BMC Helix. Foram obtidas também melhorias operacionais, como uma redução de 56% nos incidentes causados por mudanças.
“Para executivos que buscam maior agilidade digital sem comprometer a resiliência operacional e a conformidade, as soluções de descoberta, AIOps, otimização de capacidade e gerenciamento de serviços do BMC Helix são a melhor resposta, pois sua IA generativa de última geração preenche a lacuna entre inovação e conformidade regulatória”, ressalta Moreira.
Segundo ele, as soluções da BMC Helix fornecem à bancos, financeiras e seguradoras melhor visibilidade de serviços, resiliência operacional, otimização de capacidade e excelência em gerenciamento de serviços de diversas maneiras, incluindo:
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Visibilidade e resiliência com IA – o BMC Helix AIOps mapeia e otimiza serviços complexos, antecipa falhas e melhora o desempenho, fortalecendo a gestão de riscos e apoiando práticas ágeis como DevOps.
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Otimização de recursos – o BMC Helix Continuous Optimization ajusta capacidade e uso de recursos digitais, apoiando crescimento, inovação e migração para a nuvem com mais eficiência.
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Gestão inteligente de serviços – o BMC Helix ITSM automatiza operações com IA e bots, identifica problemas, antecipa incidentes e acelera a resolução com mais precisão.
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Flexibilidade de implementação – disponível em SaaS ou formato conteinerizado, o BMC Helix pode ser implementado em diferentes infraestruturas, inclusive ambientes isolados.
“À medida que as instituições financeiras continuam evoluindo, as soluções de ServiceOps orientadas por IA serão essenciais para manter a competitividade e a conformidade regulatória. Soluções como o BMC Software Helix permitem que empresas do setor financeiro impulsionem a inovação sem abrir mão de altos níveis de resiliência e governança”, conclui Moreira.
Sobre a BMC Helix A BMC Helix ajuda as organizações de TI mais visionárias do mundo a redefinir a economia de TI, liberando o potencial humano para multiplicar a produtividade e permitindo que os times se concentrem no trabalho que mais importa. Com uma plataforma aberta líder do setor, impulsionada por IA, a BMC Helix oferece uma frota dinâmica de agentes de IA que ampliam o trabalho na gestão de serviços e operações de TI corporativa.
Com o BMC Helix é possível a integração dos Agentes como a alterações e adaptação de novos modelos, trazendo a redução de custo como parte da estratégia operacional e de implementação.
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