Onde está a Autoridade Climática?
Domínio Público
Domínio Público
Uma boa promessa e uma promissora esperança, a criação da Autoridade Climática no Brasil teria sido um tento. Tentativa de recuperação do status de potência verde, perdido quando se conquistou o estágio de pária ambiental.
Mas ela não veio. Mais um pastel de vento, algo comum nesta terra em que o povo não costuma cobrar responsabilidade à Administração Pública. Ocorre que, se ela não existe em nível federal, ela está saudável e potente no âmbito da maior cidade brasileira.
São Paulo, pela clarividência do Prefeito RICARDO NUNES, tem uma Secretaria de Mudanças Climáticas, desde 2021 a observar o PLANCLIMA, Plano de Ação Climática do Município, elaborado com apoio de C40 e participação efetiva da sociedade civil.
Inteiramente revisado em 2025, tem 82% de suas ambiciosas metas em execução e para aumentar esse percentual, só falta maior adesão dos doze milhões de paulistanos que fazem desta megalópole o desafio cosmopolita, instigante e surpreendente, laboratório antropológico onde tudo acontece.
O Orçamento Climático, pioneiro e em plena execução, garante que os inúmeros programas, projetos e planos saiam da teoria e se convertam em realidade. E São Paulo ganhou, desde 2021 até 2026, meio milhão de árvores. Não é uma coisa importante para todos?
Exemplo para o Brasil, São Paulo leva a sério as emergências climáticas e isso garante a sua adaptação para o enfrentamento de fenômenos que não são naturais, senão provocados por nossa insana insistência em emitir doses excessivas e crescentes de gases venenosos, causadores do nefasto efeito estufa.
Continuemos, paulistanos e brasileiros de São Paulo, a prestigiar a consciência ambiental e a nos comportarmos com ética ecológica irrepreensível.
*José Renato Nalini é Reitor da UNIREGISTRAL, docente da Pós-graduação da UNINOVE e Secretário-Executivo das Mudanças Climáticas de São Paulo.
Mas ela não veio. Mais um pastel de vento, algo comum nesta terra em que o povo não costuma cobrar responsabilidade à Administração Pública. Ocorre que, se ela não existe em nível federal, ela está saudável e potente no âmbito da maior cidade brasileira.
São Paulo, pela clarividência do Prefeito RICARDO NUNES, tem uma Secretaria de Mudanças Climáticas, desde 2021 a observar o PLANCLIMA, Plano de Ação Climática do Município, elaborado com apoio de C40 e participação efetiva da sociedade civil.
Inteiramente revisado em 2025, tem 82% de suas ambiciosas metas em execução e para aumentar esse percentual, só falta maior adesão dos doze milhões de paulistanos que fazem desta megalópole o desafio cosmopolita, instigante e surpreendente, laboratório antropológico onde tudo acontece.
O Orçamento Climático, pioneiro e em plena execução, garante que os inúmeros programas, projetos e planos saiam da teoria e se convertam em realidade. E São Paulo ganhou, desde 2021 até 2026, meio milhão de árvores. Não é uma coisa importante para todos?
Exemplo para o Brasil, São Paulo leva a sério as emergências climáticas e isso garante a sua adaptação para o enfrentamento de fenômenos que não são naturais, senão provocados por nossa insana insistência em emitir doses excessivas e crescentes de gases venenosos, causadores do nefasto efeito estufa.
Continuemos, paulistanos e brasileiros de São Paulo, a prestigiar a consciência ambiental e a nos comportarmos com ética ecológica irrepreensível.
*José Renato Nalini é Reitor da UNIREGISTRAL, docente da Pós-graduação da UNINOVE e Secretário-Executivo das Mudanças Climáticas de São Paulo.
Notícia distribuída pela saladanoticia.com.br. A Plataforma e Veículo não são responsáveis pelo conteúdo publicado, estes são assumidos pelo Autor(a): LUCIANA FELDMAN
lucianafeldman@gmail.com